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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Isso não é do meu feitio, certamente não é do meu feitio, ou certamente não era. Estou agora ouvindo as músicas que mais nos marcaram nesses primeiros meses, e fechando os olhos pra conseguir escrever direito. Sim, fechando. Pois estou chorando feito besta, e é melhor fechar os olhos pra que a sensação de saudade se torne menos dolorosa, e aí dá pra escrever, mesmo de olhos fechados.

Eu estou bebendo também, e tu nem deve estranhar isso. Às vezes penso que tu se preocupa com o fato de eu beber demais, de eu ficar parecido com teu tio. Mas eu me preocupo com isso, mesmo que não pareça.

Eu te quero muito bem, meu bem, e o futuro às vezes me deixa um tanto curioso/estupefato/assustado. O fato de prometer passar mais uns 50 anos ao teu lado, isso na média da expectativa de vida brasileira, me deixa perdido às vezes. Não que eu vacile e tenha medo de passar todo esse tempo apenas com uma mulher. É o medo de que, após tanto tempo, ou menos, tu se canse de mim, até mesmo por minha própria culpa, como já te falei.

E, confesso a ti, não temo tanto pelos meus excessos, como excesso de ciúmes, no que até não me acho tão excessivo, excesso de querer estar perto, excesso de preocupação com tuas mínimas tristezas. Temo mesmo é pelas minhas faltas. Tu mesma já me disse que às vezes sente como se este “peso da balança” pesasse mais do teu lado. Eu quero quebrar esta balança, meu bem. Bem como eu falo que gostaria de “entrar com a peixeira” em qualquer problema teu.

E, de verdade, quero que tu acredite que meu sentimento por ti é verdadeiro, minha flor. É o único que me faz rir e chorar ao mesmo tempo, como agora. É algo muito, muito estranho de se sentir, eu te confesso, mas acaba sendo engraçado também. Ainda mais por conta de tantas besteiras e leseiras nossas.

Por fim, quero apenas te dizer que te amo muito, Mayara, mesmo tendo te conhecido há pouco mais de um ano, mesmo com nosso primeiro desencontro, mesmo com nossos poucos meses de namoro. Mas quantidade é o que menos importa. O que importa mesmo é o meu desejo de sempre ver um sorriso em teu rosto, e quando isso não for possível, de sempre poder te consolar e te confortar.

Eu te amo, meu bem.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Dos dias




Coisa boa de tê-la comigo, é que cada dia se tornou único. Mesmo os dias mais cansados, aqueles em que acordo indisposto, com preguiça tamanha a ponto de mal levantar da cama. Até mesmo estes dias ainda guardam palavras únicas, abraços únicos, carinhos únicos. Carinhos e abraços estes que, infelizmente, ainda não podem ser diários. Mas que justamente por isso aumentam ainda mais o prazer de matar as saudades que sinto.

E eu a amo.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Meus queridos olhos verdes



Dois meses. Dois meses depois de fazer aquele pedido, aqui estou. E não me arrependi nem por um segundo sequer, de ter feito. E neste meio tempo já aconteceu tanta coisa...

Até mesmo coisas que me apertaram o peito e o deixaram miúdo, miúdo... Te ver triste, meu bem, seja lá pelo que for, me deixa em agonia, ainda mais quando estou longe e não posso te reconfortar com um abraço meu. E justamente nestes teus dias tristes, é que mais aumenta minha vontade de estar contigo, estar contigo todos os dias, e te fazer cafuné até que tu consiga se acalmar e dormir bem, sem sobressaltos. Até que estes olhos verdes não deixem cair lágrima alguma, e consigam sorrir para os meus.

Ah, tem um carinha aqui olhando pra mim que me lembrou que nós somos dois bestas também. Lembrou também que nesse meio tempo eu acabei por conhecer o grande torcedor do Sport da família. E ainda bem que não sou Flamengo, não é?

Enfim, meu bem, só te escrevi este texto para que soubesses que a cada dia e a cada mês passado, meu amor por ti só aumenta. E realmente quero que isto que estamos vivendo seja duradouro e que consigamos, como vidas que andam juntas, passar por quaisquer tristezas juntos. Porém, que sejam sempre os sorrisos os mais contantes em nossa vida. Te amo, meu bem. Te amo, mesmo.